Em contrapartida, essas cidades assemelham-se a congestão de suas ruas, ou de seus cidadãos apertados nos trens (trad. “commuter trains” trens de grandes linhas que ligam os subúrbios às regiões centrais). Em outras palavras, a estrutura de tais cidades japonesas, como Tokyo, compartilha os mesmos atributos que seus cidadãos de condição congestionada. A moradia urbana japonesa e seus trabalhadores (“commuters”) apertados nos trens vivem da mesma maneira, dentro de seus ambientes restritos, dividindo com seus bairros acidentados.
Precisamos achar valor nesse compartilhamento de espaço.
Para tal, devemos abrir os prédios para seu entorno. Isso em contrapartida, resultará em cenas interiores se tornando harmoniosamente integradas com a cena da cidade. Para aceitar de maneira positiva o estado de vários elementos coexistindo em paralelo, e criar arquitetura como deveria ser de forma a criar esteticamente tal diversidade: essas são as formas para dar vida às cidades japonesas hoje, e eu acredito que elas indicam a direção para construção da moradia japonesa hoje.
Le Corbusier escreveu “Por uma arquitetura” (Towards a New Architecture) para detalhar os esplendores da vida moderna através da arquitetura. Apresentando uma nova direção para a moradia urbana no século 21 no Japão, nós entregamos essa edição intitulada “Towards a new architeture-scape”
(Editor / traduzido para o português através da tradução do inglês de Norie Lynn Fukuda)
JA (The Japan Architect) 66 summer, 2007.
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